terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Foto do Dia:O Cantor Cauby Peixoto festeja a Primeira Vitória do Brasil na Copa de 1958

Olá, Dial (istas),

como estou adquirindo aos poucos, o material da Rádio Nacional e à sua equipe esportiva, achei na internet, fotos da Copa de 1958, que a Nacional transmitiu na Suécia com o então famoso "Sistema Duplo" de narração. Ou seja, Osvaldo Moreira e Jorge Curi narravam cada etapa, dividindo assim, a "latinha".

Eis a foto inaugural(Crédito: Rádio Nacional):



 Jorge Cury e Oswaldo Moreira dividiam a " latinha" em cada etapa do certame na Suécia, em uma transmissão esportiva. Eles emocionavam os brasileiros através dos altofalantes espalhados pela então Capital Federal. Espiem e reparem quem está segurando uma "bandeirinha" do Brasil após a vitória do escrete canarinho sobre à Áustria, na estréia do Mundial de 1958? "Conceiçãaaaaaaaaaaaaao"... Sim, era Ele: Cauby Peixoto. Para as novas gerações, ele foi um dos artistas mais bem queridos pelo público(nas décadas de 40 e 50), cantava bem, era considerado um galã para época e um dos mais assediados artistas da Rádio Nacional, na foto, estava em uma caravana pelo Rio de Janeiro, divulgando e comemorando o resultado fazendo "cartaz" para a "Emissora da Praça Mauá". Felizmente, Cauby está com mais de 80 anos e mora em São Paulo. Infelizmente, a grande mídia carioca não dá espaço para ele e ele, atualmente mora em São Paulo, cantando os seus sucessos em bares na capital paulistana.

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Um abraço sonoro,

Isabela Guedes
radionacionalfutebolclube@gmail.com



Agradecimento 2: Anderson Cheni(Cheni no Campo)

Olá, dialistas,

aqui vai mais um agradecimento, este mais do que especial: ao jornalista renomado Anderson Cheni, no seu Cheni no Campo pela divulgação dos meus trabalhos como JORNALISTA.

Um abraço,

Isabela Guedes
radionacionalfutebolclube@gmail.com

Agradecimentos e Obrigada pela Força no Rádio Nacional Paixão Clube aos Michel Menaei e Marcelo Delfino

Olá, dialistas,

agradeço o carinho recebido pelos jornalistas Michel Menaei e Marcelo Delfino por já creditarem o Rádio Nacional Paixão Clube nos respectivos Rádio de Verdade e Rádio RJ- Twitter.

Um abraço sonoro,

Isabela Guedes
radionacionalfutebolclube@gmail.com


Roberto Pôrto- Texto: "O Rádio Esportivo Mudou Minha Vida"

Caros Dialistas,

o renomado jornalista Roberto Porto, foi radialista da Rádio Naacional em 2 oportunidades na equipe esportiva. 

Em um dos textos que eu porei aqu, no seu Direto da Redação,que foi publicado em 29 de janeiro de 2012(curiosamente há exatamente 1 ano atrás) , Pôrto descreve que o rádio esportivo mudou a sua vida e conta um pouco a experiência em trabalhar na Rádio Nacional carioca.


Um abraço sonoro,

Isabela Guedes
radionacionalfutebolclube@gmail.com
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O rádio esportivo mudou minha vida

 (Por Roberto Porto)


"Rio - Sempre gostei do rádio. Hoje, desconfio (vejam que utilizei o verbo desconfiar) que foi minha paixão pelo rádio, desde garoto, que me levou ao jornalismo esportivo, aplicando um pontapé na carreira de advogado. Minha mais remota lembrança do rádio esportivo é de meu pai – este sim um advogado vitorioso – tentando sintonizar, em Laranjeiras, onde morávamos, uma partida de futebol numa tarde de domingo. Hoje, por dever de ofício, sei que ele lutava para escutar, em ondas curtas, um jogo Argentina x Brasil, no Campeonato Sul-Americano de 1946, em Buenos Aires, partida que o Brasil me fez o favor de perder de 2 a 0.

Daí em diante, o rádio passou a fazer parte de minha vida de garoto. Escutei alguns jogos de 1948 – Botafogo campeão carioca – e em 1950 acompanhei toda a maldita Copa do Mundo com um rádio moderno comprado por meu pai, Nélson Porto. Aliás, só não ouvi Brasil x Iugoslávia porque ele me levou ao lotado Maracanã. Aí não houve jeito: passei a ser ouvinte assíduo de ‘No Mundo da Bola’, apresentado diariamente à tarde por Antônio Cordeiro na Rádio Nacional. Chovesse ou não chovesse, tivesse que estudar ou não, lá estava eu escutando Antônio Cordeiro.
Além de Cordeiro, passei a conhecer e reconhecer as vozes de Jorge Cury, Sérgio Paiva, Jorge de Souza, Luís Alberto (comentarista) e Valdir Amaral, entre outros. Mas não abandonava os outros, como Ary Barroso, José Maria Scassa (comentarista), Doalcey Bueno de Camargo e Benjamim Wright (comentarista), pai do hoje também comentarista José Roberto Wright. Cheguei ao exagero de reconhecer, pelo estilo, César de Alencar, que ficava atrás do gol. César, por sinal, de tão agradecido que ficou, ao ouvir seu nome em um programa criado por mim, na Rádio Nacional, fez questão de me conhecer pessoalmente quando andei por lá na década de 80.
Por isso, não vacilei quando recebi um convite, em 1981, para integrar a equipe de José Carlos Araújo na Rádio Nacional, na Praça Mauá. Fiquei conhecendo pessoalmente um monte de gente que só conhecia pela voz, como o próprio José Carlos, Washington Rodrigues, Deni Menezes, José Cabral, Luiz Mendes, Maurício ‘Danadinho’ Menezes e um bando de repórteres. Da Nacional, apesar do gosto pelo rádio, saí para trabalhar com José Inácio Werneck, no Jornal do Brasil, mas acabei voltando, já que José Carlos Araújo havia ido para a Globo e deixara mais espaço na Nacional, já sob o comando de Teixeira Heizer e Doalcey Camargo.
Da Nacional – que mora no meu coração, assim como o Jornal do Brasil – passei para a Rádio Tupi, na Rua do Livramento, a convite de Luiz Penido. Como na Nacional, sempre trabalhei como comentarista de jogos e de um programa noturno apresentado por Luiz Ribeiro. E foi lá na Tupi que inventei a história do suicídio de um porco e quase tirei a emissora do ar. Infelizmente, não por causa do suposto suicídio do porco, não demorei muito na Tupi. Mas logo estava na Rádio Globo para trabalhar com o verdadeiro fenômeno que era Haroldo de Andrade. De ruim, só tinha o horário: chegava à rádio às cinco horas da manhã e saía meio-dia.
Mas na Rádio Globo – que me deu um tratamento todo especial – não fazia esportes. Com a morte do escritor Hélio Thys, fui encarregado de escrever diariamente o famoso ‘Bom Dia de Haroldo de Andrade’. Teoricamente, eu deveria reescrever as cartas que chegavam à nossa pequena redação, mas isso não ocorreu. As cartas eram ruins e mal escritas. Qual foi a solução? Passei, eu mesmo, a escrever as tais cartas, e ainda me dava ao luxo de, no final, dar o conselho ponderado de Haroldo de Andrade aos ‘ouvintes’ aflitos com os problemas que viviam.
Mas Haroldo – fantástica figura humana – rompeu contrato com a Globo e tive que sair, juntamente com Márcio de Souza e Wilson Silva (excelente repórter). Como me mudei para a Barra da Tijuca, ingressei na Rádio Melodia, evangélica, a convite de Wilson Silva. Na Melodia, diga-se de passagem, não tinha a liberdade que gozava na Globo. O ‘Bom Dia da Melodia’, que ficava sete minutos no ar, passava pelas mãos de um pastor. E eu não podia falar em sexo, traições de mulheres e maridos, etc e tal. Saí pela tangente e criei demônios e tinhosos que tentavam os ouvintes a cometerem pecados. E foi um sucesso. Pena que o dono da Melodia envolveu-se numa negócio ilícito e tive que sair, sem que o pastor vetasse uma única e escassa ‘história’ que eu inventava em casa e mandava pela internet.
Esta é a minha história no rádio e da qual sinto saudades até hoje."

domingo, 27 de janeiro de 2013

O Rádio Nacional Paixão Clube em Luto pelas Vítimas em Santa Maria/RS

O Blog Rádio Nacional Paixão Clube, se solidariza aos brasileiros, familiares e amigos, pela morte/ pelo "desencarne coletivo" dos mais de 200 botões novos(jovens) que se divertiam numa boate em
Santa Maria, no Rio Grande do Sul, na madrugada de hoje(domingo).



Um abraço sonoro bem entrestecido,

Isabela Guedes
radionacionalfutebolclube@gmail.com




Site da Rádio Nacional- Copa do Mundo na Suécia, 1958

Olá, rádionautas,

o portal da Empresa Brasil de Comunicação(EBC), fez um página comemorativa pela primeira conquista do Brasil, na Copa de 1958, na Suécia por 5 a 2.

Aqui, mais adiante, vai um trecho do texto do sitio Rádio Nacional, e infelizmente não consegui  aqui disponibilizar um dos trechos do áudio, que são 6. No entanto, porei uma narração do André Luiz Mendes, "irradiado" diretamente da Inglaterra, em um jogo comemorativo que a Rádio Nacional transmitiu em 2008, onde ganhamos por 1 a 0, na Suécia.

Crédito: Portal da EBC- Empresa Brasil de Comunicação

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 "(...)
Em 2014, a seleção brasileira busca o hexacampeonato na Copa do Mundo sediada no Brasil. Assim como nas últimas edições da competição, o país desponta como um dos favoritos para levantar a taça. Muito desse temor que os adversários têm em relação ao “escrete canarinho” começou a se desenhar após a Copa de 1958, disputada na Suécia.
Para você relembrar um pouco mais deste momento histórico, o Portal EBC disponibiliza, nesta página, o áudio original da final entre Brasil e Suécia. A transmissão da partida foi feita pelos narradores Jorge Cury e Oswaldo Moreira (cada um fazia a narração dos lances de um lado do campo). Os comentários da partida foram de Guilherme Sibemberg (que na época era jornalista da Rádio Gaúcha) e a apresentação foi Antônio Cordeiro, que estava nos estúdios do Rio de Janeiro.(...)."




Um abraço sonoro,


Isabela Guedes
radionacionalfutebolclube@gmail.com



Grade do Rádio Esportivo- Anos 40/50

Caros, sintonizadores,

aqui, está uma pequena amostra de uma revista de época(acredito eu, em uma coluna chamada "O Rádio Esportivo"), que eu creio que seja da década de 1940/1950 dos programas esportivos das emissoras radiofônicas do Rio de Janeiro, Prestem a atenção que o programa da Rádio Nacional era o No Mundo da Bola, com o Antônio Cordeiro na apresentação e a apresentação era no horário das 18:30 horas). RECORDAR É VIVER!



Um abraço sonoro,

Isabela Guedes
radionacionalfutebolclube@gmail.com